Festa da Imaculada Conceição 2010

PARÓQUIA NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO APARECIDA

APARECIDA-SP

29 de Novembro a 08 de Dezembro de 2010

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“Nossa vocação: Ter um coração Imaculado!”

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Dia 29/11(seg) – “Um coração que adere a causa do Reino”

Comunidade convidada: Mãe

Gesto concreto para ofertório: 1 quilo de arroz

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Dia 30/11(ter) – “Um coração que anuncia a Palavra de Deus”

Comunidade convidada: Sagrada Face

Gesto concreto para ofertório: Sabão em pedra

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Dia 01/12(qua) – “Um coração que busca a fraternidade”

Comunidade convidada: São José

Gesto concreto para ofertório: 1 quilo de fubá

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Dia 02/12(qui) – “Um coração que pratica a vontade do Pai”

Comunidade convidada: Santa Rita

Gesto concreto para ofertório: 1 quilo de feijão

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Dia 03/12(sex) – “Um coração que abre os olhos da fé”

Comunidade convidada: São Benedito

Gesto concreto para ofertório: Óleo

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Dia 04/12(sáb) – “Um coração que tem compaixão”

Comunidade convidada: Pastoral da Juventude

Gesto concreto para ofertório: Pó de Café

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Dia 05/12(dom) – “Um coração que gera reconciliação”

Convidados: Santa Luzia

Gesto Concreto para ofertório: 1 quilo de açúcar

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Dia 06/12(seg) – “Um coração que restaura a alma”

Comunidade convidada: São Francisco

Gesto Concreto para ofertório: 1 pcte macarrão

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Dia 07/12(ter) – “Um coração que busca a plenitude da vida divina”

Comunidade convidada: Mãe

Gesto Concreto para ofertório: 1 quilo de sal

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DIA DA FESTA - 08/12 (QUINTA-FEIRA)


PROCISSÃO SAINDO AO LADO DA MATRIZ BASÍLICA VELHA ÀS 18H
APÓS A PROCISSÃO MISSA CAMPAL

SHOWS – BARRACAS DE COMES E BEBES SORTEIO DE PRÊMIOS

NO DIA DA FESTA SERÁ A FAMOSA “COMIDA MINEIRA”

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Pároco: Pe. Rudolf Jacobus Croon – C.Ss.R

Vigário: Pe. Ferdinando Mancílio – C.Ss.R

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Agradecimentos

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Paróquia Nossa Senhora da Conceição Aparecida agradece a todos os meios de comunicação, especialmente, às Rádios Aparecida e Monumental, á TV Aparecida, Prefeitura Municipal de Aparecida e todos os seus departamentos especialmente a Secretaria de Turismo, Guarda Municipal, Trânsito, Limpeza Pública, ao SAAE, a Policia Militar e Civil, aos Patrocinadores e todos que colaboraram nessa festa.

Posted by Altair On novembro - 22 - 2010 Destaque Últimas Notícias

As obras de misericórdia nascem de um coração que ama e que acolhe. A exigência de nosso tempo é a rapidez. Tudo há de ser o mais rápido possível. E o amor não tem pressa, pois ele “cultiva” para cativar o coração humano.  Deus fez cada coisa em seu dia. Não fez tudo de uma vez. E Ele é o amor.

Nosso povo tem manifestado esse amor misericordioso em tantas ocasiões: nas intempéries da natureza lá estava a mão estendida do povo a ajudar os sofredores. Muitos porque estavam com o coração aberto abriam também as portas de suas casas. Quem ama procura aliviar a vida dos sofredores. Quem não ama tem teorias, mas seu coração está fechado. Quem ama consola na dor, conforta na angústia, perdoa na ofensa, instruir no discernimento e suporta com paciência as adversidades.

Nosso olhar cristão deve voltar-se para o irmão e contemplar o rosto de Cristo que resplandece nele. Quem é misericordioso ama e aceita as exigências desse amor. E uma exigência é descobrir sempre a pessoa do outro como dom de Deus para mim. O outro será sempre um dom de amor.

É sempre consolador ver alguém que matou a fome de seu irmão porque lhe deu de comer, ou abrigo aos desabrigados. É confortador ver quem passa frio estar aquecido porque lhe ofereceram um cobertor; e ainda pode se unir com aquela família que perdeu seu ente querido e com ela reviveu sua história. Quantos doentes não perdem o gosto de viver porque se sentem encorajados pela presença amiga. A misericórdia é amor que ama, protege, ampara, solidariza-se e se faz presente. Amor misericordioso é vida.

Certamente somos chamados por Cristo para cultivarmos em nós esse desejo de estar sempre pronto para servir e amar. São Gregório Magno nos dá um grande ensinamento: “É preciso satisfazer acima de tudo as exigências da justiça, para que não ofereçamos como dom da caridade aquilo que já é devido por justiça. Quando damos aos pobres as coisas indispensáveis, não praticamos com eles grande generosidade pessoal, mas lhes devolvemos o que é deles. Cumprimos um dever de justiça e não tanto um ato de caridade”.

As obras de misericórdia tanto corporais como espirituais é uma obrigação que se impõe a toda pessoa que afirma ter fé. É viver à semelhança de Cristo nas atitudes reais junto de nossos irmãos. É preciso sonhar a mesma verdade de Cristo no mundo apressado de nossos dias. Se Michelangelo gastou dezesseis anos para pintar a Capela Sistina, podemos gastar a vida inteira na prática do bem e da misericórdia. Será que ela encontra seu merecido espaço em nossa sociedade humana? Para que ela tenha espaço entre nós é preciso começar por nós mesmos, no mais profundo de nosso coração. Comecemos hoje e não amanhã, mesmo que haja uma pedra bruta a ser esculpida!

Posted by Altair On novembro - 8 - 2010 Destaque Homilias

Como é belo o amanhecer! E muito mais encantador é o entardecer! Duas obras primas do Criador, o amanhecer e o entardecer nos dão uma boa oportunidade para refletirmos sobre a beleza do amor que uniu e que une duas pessoas, pelo matrimônio. Estes escolhem viver juntos a felicidade, e este é um projeto divino: Deus quer nossa felicidade. O livro Cântico dos Cânticos nos diz: “Ponha-me como um selo sobre teu coração, como um selo sobre teu braço” (4,6). A condição para a felicidade está aí.

O alvorecer é formidável, carregado de ternura envolvente, que culminará no entardecer, na maturidade e no compromisso de vida partilhado.

Devemos descobrir e redescobrir o espelho que somos do Criador, pois há um único projeto divino para todo o universo: o amor! Se a beleza da natureza nos empolga, a beleza do ser humano precisa nos contagiar. Olha que há abandono visível do ser humano e da natureza. Estamos regredindo em nossa humanidade.

A pessoa é o lugar onde Deus quer morar. Reencantarmo-nos com a beleza de sermos criados por Deus, que depositou em nós a grandeza infinita da eternidade. Redescobrir a beleza da vida a dois, do matrimônio, é próprio de quem entendeu a vida com nobreza, e por isso tem atitudes nobres.

Pedi certo dia que um senhor, já experimentado em anos, dissesse para os casais uma palavra confortadora. E ele respondeu numa frase: “Que cada um descubra a nobreza do casamento”. Certamente ele não deixou que a rotina fosse companheira inseparável, e empreendeu todo esforço em perceber a cada dia a grandeza que tinha diante de seus olhos: sua esposa, seus filhos, sua história.

A superficialidade de nossa sociedade hodierna nos diz que a beleza está no que encanta os olhos. E não faltam os que avaliam a vida a partir daí. Porém, beleza que não passa é aquela que se descobre e redescobre a cada dia. O segredo do reencantamento na vida conjugal é descobrir a nobreza de uma vida a dois e a beleza que não está estampada nos jornais e revistas nem é apregoada pelos que gostam de superficialidades.

Amor se descobre e se redescobre a cada dia. Ele nos amadurece, nos faz adultos de verdade. Posso dizer-lhe que a juventude pode não saber resolver seus conflitos, mas jamais reprova uma atitude profunda de amor.

Você quer a felicidade? Então se reencante com a beleza que está ao alcance de suas mãos: seu esposo, sua esposa, os filhos. Quebrem a rotina, vão à sorveteria e tomem juntos um sorvete, passeiem pela praça de mãos dadas, dêem um abraço e um beijo decididos. Há poetas escondidos em nossas praças. Por que não recuperar o elo perdido?

Não deixe passar despercebido o tempo nem as oportunidades que fazem renascer o amor escondido ou que foi sufocado. Seja intrépido, audaz na bela aventura de amar outra vez, a cada dia.

Posted by Altair On novembro - 8 - 2010 Boas Notícias Destaque

Vi a alegria das andorinhas que buscavam seu abrigo no fim do dia. Parecia que elas conversavam sobre o que havia acontecido naquele dia. E não estavam nem um pouco preocupadas com a pressa nem com os que passavam por perto. As andorinhas também nos ensinam, nos inspiram e nos interrogam sobre nossos comportamentos apressados.

Você sabia que o carvalho leva cem anos para se formar? E uma abóbora três meses? Já observou que em um minuto devoramos uma laranja que gastou quatro estações para se formar?

A pressa e a agitação de nossos dias não nos deixam perceber nem o alvorecer nem o entardecer. Somos inquietos e agitados competidores do campeonato do tempo, e nem sabemos qual a taça que está em jogo. Pense na atitude do escultor que toma a pedra bruta e tira de lá a mais bela expressão de sua arte, como Michelangelo gritou para a estátua de Moisés que havia acabado de fazer: “Parla?”, que quer dizer: Fala! E se fosse apressado, e não tivesse o sonho da beleza da arte, não teria gastado dezesseis anos para pintar a Capela Sistina. Ninguém retira da pedra bruta uma estátua quase perfeita, se estiver apressado, agitado. Aliás, a pedra será o grande obstáculo. Até por isso que os objetos descartáveis hoje ganham cada vez mais espaço entre nós. Quanto menos “pedras” no caminho, melhor. É preciso a pressa para preencher os espaços.

Certa vez, uma senhora velhinha bateu à porta de uma casa e pediu um pouco de pão. Conversou muito agradecida com a dona da casa e com as crianças. Quando se afastou a menina da casa disse à sua mãe: “Quero ser uma velhinha simpática como esta!” E sua mãe respondeu: “Então comece agora. Ou você acha que ela ficou assim do dia para a noite?” Isso é tão verdade! A vida ganha maturidade se tivermos a paciência necessária para esculpi-la, como o artista que pacientemente esculpe a pedra bruta.

A Sagrada Escritura já nos definiu que há um tempo para cada coisa: “Tempo para nascer, tempo para morrer, para plantar e para colher…” (Ecl 3,1-8). Absorver a calma e a paz são uma exigência em nossos dias. Não posso querer que a criança seja jovem ou tenha atitudes de adulto. A pressa não faz o lírio florir antes de seu tempo nem a água da fonte saltar o rio para chegar à nossa casa. “Olhe a flor dos campos, olhe o passarinho. Ela tão bonita, ele no seu ninho. Nem rei Salomão, tão rico, assim vivia. Isso é verdade mais que a luz do dia”, cantou Pe. Pelaquin. O tempo certamente continuará a nos preocupar, mas ele não pode andar mais depressa do que é capaz. Deus criou cada coisa num dia, e depois contemplou sua obra criada. E nós fazemos, corremos, enveredamos pelos atalhos para chegar mais depressa, para depois olhar para trás e perguntar: Para que? A pressa não pode ser a senhora de nossa vida, mas a vida há de ser a senhora do tempo. E então, como vai sua pressa?

Posted by Altair On novembro - 8 - 2010 Destaque Paróquia em ação