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Paróquia Sra. da Conceição Aparecida

25 e 26 de junho de 2011

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1)   INSCRIÇÃO PARA A CRISMA 2012: Jovens com 14 anos completos devem fazer a inscrição no Centro Paroquial. Devem apresentar Certidão de Batismo e documento de identidade

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2)    CASAMENTO COMUNITÁRIO: Última semana para os casais que desejam se casar no casamento comunitário.  Para mais informações, dirigir-se ao Centro Paroquial até o dia 30, quinta-feira, próxima.

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3)    PREPARAÇÃO PARA BATISMO: Estão abertas as inscrições para preparação de pais e padrinhos. O próximo encontro será nos dias 12 e 13 de julho. Procure o Centro Paroquial para fazer as inscrições.

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4)  REUNIÃO DOS CORDENADORES DAS COMUNIDADES: Será no dia 27, segunda-feira, às 19 e 30 horas, no Salão Pe, Negri.

Posted by Altair On junho - 27 - 2011 Homilias

Não se inquiete. A aurora se levanta silenciosa trazendo a luz do dia. O sol que se põe todas às tardes não se envergonha de nascer a cada manhã. E porque o amor é gratuidade, o sol tão discreto nem pergunta quem se beneficiará com seus raios nem qual janela estará aberta para o acolher. Seus raios penetram os cômodos da casa, mas não ocupam espaço. Está ali, e todos podem dele se beneficiar. Se não o quiser, feche a janela ou a cortina, e ele permanecerá silencioso a espera do seu sim.

Imagino que o amor é assim: chega, faz-se presente e está sempre pronto. Se eu não o quiser, ele não me obriga, se o aceitar não me atrapalha. Os belos discursos sobre o amor não aumentaram nem diminuíram seu dispor. É o mesmo sempre. Ele é indissolúvel.

E o que esta conversa tem a ver com a família? Tudo! Pois não há família do futuro nem futuro da família se não houver amor. “Se eu não tiver amor, eu nada sou”, lembra-nos Paulo apóstolo. E a feliz poesia do Pe. Zézinho confirma: “Que o homem carregue nos ombros a graça de um pai; que a mulher seja um céu de ternura, aconchego e calor; e que os filhos conheçam a força que nasce do amor

O Senhor se faz próximo, muito próximo de nós. Por isso que o Pai quis que Jesus, seu Filho nascesse numa família: a de Nazaré. Deus poderia ter escolhido outro modo de nos dar seu Filho. Ele preferiu o silêncio de uma família pobre, mas nobre em suas atitudes e decisões. Enquanto nós escolhemos formas e modos estupefatos para nos apresentarmos ao mundo, como a força bélica de uma nação – basta ver os desfiles militares – Ele escolhe a impotência do silêncio e a força que vem dos pobres. Ele escolhe a força do amor.

Nossos dias carregados de tantas fragilidades parecem desconhecer a força do amor, mesmo que dele continuamos a falar e a procurá-lo sem cessar. Quem é que não gosta de ser amado? A linguagem do amor todos são capazes de conhecê-la. Para aprendê-la basta abrir a janela da alma.

Quando falamos da família hoje, devemos sim nos perguntar qual é o lugar que nela oferecemos para o amor. Amor é encontro, é relação, desenvolvimento, é realização e santificação. Mas enquanto eu compreender o amor como sinônimo de prazer e de bem estar, nunca vou encontrá-lo. Enquanto eu não for a casa onde o amor mora, estou  longe de Deus. É como fechar a janela para o raio de sol não entrar. Pode-se dar para a família a forma que se desejar, mas sem o amor ela não terá forma alguma. O amor não tem pátria nem tempo nem limite, e por isso pode irromper-se em nossa família e em mim também. Descubra-o!

O amor já nos escolheu, e é agora que temos de fazer nossa parte! Ame sua família!

A família do futuro há de se convencer, que nada se constrói encima de individualismo e de descrença. Só o amor é capaz de construir e de realizar-nos.

Pe. Ferdinando Mancílio, C.SS.R.

Posted by Altair On junho - 26 - 2011 Destaque Paróquia em ação

Quando o Pai do céu nos criou também nos deu uma missão. Ele não nos colocou neste mundo simplesmente, e pronto. Não! Se carregamos em nossa existência as marcas profundas do amor de Deus, cabe-nos manifestá-lo em nossas atitudes, decisões e opção de vida. Por honestidade devemos perguntar a nós mesmos: Quem faz minha cabeça? Quem é o senhor de minhas decisões?

Aquele dia em que fomos batizados foi uma festa, e cada um de nós era o centro das atenções. Pouco sabíamos que estávamos assumindo tamanha dignidade: A mesma missão de Jesus. Eis o que é o batismo: Assumir a mesma missão de Jesus! Crescemos, e como pessoas de fé escutamos tantas vezes que somos cristãos Leigos. Ficamos contentes em saber que tínhamos uma “classificação”, mas continuamos onde estávamos. Não saímos do lugar, ou quisemos que tudo mudasse, contanto que permanecêssemos onde estávamos.

O cristão Leigo – e escrevo com letra maiúscula propositadamente – tem a missão de divinizar, cristificar o mundo fragilizado, e às vezes angustiado, em que vivemos. A vida divina nos foi dada em germe no Batismo, para que fôssemos transformados durante nossa existência, até alcançarmos a plenitude da vida, a ressurreição. Assim nos configuramos com Cristo, nos incorporamos nele. A vocação do Leigo é para fazer brilhar o mistério redentor de Cristo no mundo.

Será que não há uma divinização na mamãe que embala sua criança e a contempla com ternura? Na mão calejada do homem do campo, ou no procedimento do executivo que se deixa guiar pelos princípios éticos e pelos valores do Evangelho? Certamente essas atitudes manifestam o mistério redentor de Cristo e cristificam a vida. O Evangelho de Jesus nos conduz para dentro de nós mesmos, para que saiamos de nós e encontremos o Cristo, Senhor da vida.

Cabe, pois, avaliar nossa vida, julgar nossos interesses, contemplar nossa dignidade humana e divina. Sem esse empenho certamente ainda não estaremos no caminho proposto e desejado por Deus: Sermos sinais vivos e transparentes de Cristo em nossa frágil “aventura” de viver. Nossa vocação é a de sermos multiplicadores das atitudes, do jeito, das escolhas e dos gestos de Cristo. Ele é o Senhor da história, do mundo e de cada um de nós!

Posted by Altair On junho - 19 - 2011 Boas Notícias Destaque