Maria, sim à vida plena.

.

Para compreender a pessoa de Maria em sua plenitude, torna se necessário lembrar que também Ela originou- se de uma família como nós. Seus pais são conhecidos como Ana e Joaquim. Ela nasceu no dia 8 de setembro. A festa de seus pais é celebrada no dia 26 de julho.

Quando se deu a encarnação? Quando Deus percebeu que havia pessoa preparada para acolher seu Filho. “E quando chegou a plenitude dos tempos” (Gal.4,4). Maria foi a Mãe que se perdeu silenciosamente no Filho. Ela foi a virgem da escuta e da resposta silenciosa. Ela viveu como a verdadeira discípula de Jesus, isto é, sua seguidora, aquela que ouvia e colocava em prática o que Jesus falava. Por isso Ela se tornou um modelo proposto pela Igreja a ser imitado, seguido pelos fiéis, não tanto pela sua pobreza e humildade, mas sim pela sua adesão total e cumprimento da

vontade de Deus. Maria é alguém sempre atenta à vontade de Deus, e em profunda solidariedade com o ser humano.

Maria de Nazaré, que se encontra na plenitude eterna com o Pai, foi na terra uma exímia caminhante. Consciente de sua Missão, na fidelidade soube dizer SIM às exigências, aos desafios que a vida lhe apresentava. O SIM de Maria encontra continuidade no sim de cada pessoa, que

deseja ser fiel aos desígnios de Deus.

 A vida de Maria nos inspira hoje como Igreja a continuar sua ação no mundo. Sentimo-nos chamados a sermos discípulos (as) fiéis de Jesus, ouvindo, acolhendo e guardando sua Palavra no coração e praticando no dia-a-dia.

Alimentamos com Maria, um coração agradecido a Deus, que o louva por todo o bem que Ele realiza em nosso meio e através de nós. E nos empenhamos na luta pela solidariedade

e pela cidadania, para construir uma sociedade mais de acordo com o projeto de Deus.

A todos os queridos leitores desejo uma boa caminhada com Maria. Do irmão em Cristo: Pe. José Belo.

 .

 Pe. José Manoel Belo de Oliveira, CSSR

 Pároco

Posted by Altair On janeiro - 23 - 2012 Destaque Paróquia em ação

Ágape é o nome de um livro escrito pelo Padre Marcelo Rossi, que está em primeiro lugar na lista da revista Veja a 64 semanas.

Ágape é uma palavra grega que significa amor incondicional, amor desinteressado, amor verdadeiro sem querer nada em troca.

Muitos afirmam que esse é um tipo de amor impossível para os homens, será? Será que o único ser humano que conseguiu viver esse amor foi Jesus Cristo? Mas ele não era só humano ele era também divino. E Maria?

Eu acredito que viver esse tipo de amor só é possível para pessoas “especiais”, e quantas pessoas especiais nós conhecemos? Zilda Arns, Madre

Tereza, Irmã Dulce, Dona Filhinha, João Paulo II…, são poucas em relação ao tamanho da humanidade. Por que tão poucas?

O egoísmo está em nossas raízes, lutar contra ele é uma luta hercúlea, por isso poucos conseguem, mesmo quando estamos fazendo o bem estamos Pensando em uma recompensa,  pode ser um reconhecimento, como ficamos bravos quando fazemos algo “desinteressado” para alguém e nem um obrigado escutamos! As vezes nós que trabalhamos para a Igreja desinteressadamente, somos “obrigados” a trabalhar com quem não nos entrosamos em pensamento em palavras em atitudes, e nos fechamos, só o que vale é a minha opinião, eu sou o certo, onde está o amor ágape?

São João em sua primeira carta faz uma ode ao amor, todo cristão deveria ler e reler esta carta e depois colocá-la em pratica. È lá que ele nos diz, que Deus é amor e é lá que ele afirma “Se alguém ama Deus, mas odeia seu irmão é mentiroso, pois aquele que não ama seu irmão, a quem vê, é incapaz de amar a Deus”.

Vamos aproveitar este tempo de Advento, vamos meditar, amo meu irmão Desinteressadamente?  Sou compreensivo com ele? Sou capaz de perdoá-lo?

Que Deus coloque em nossas vidas esse sentimento especial, que o amor ágape seja o sentido de nossa vida, um bom e santo Advento.

.

Boaventura Fialho

Posted by Altair On janeiro - 18 - 2012 Boas Notícias Destaque